O parque por si só é um espaço motivador para a criança. Chegar a um hospital e saber que ali existe um parque aproxima a criança do brincar e faz com que ela tenha uma melhor adaptação, desfazendo sentimentos de ameaça do ambiente e equipe.
De acordo com a terapeuta ocupacional de referência do projeto, Nathali Santana, o parque promove socialização, afastamento do adoecimento e estímulos vestibulares (movimento, posicionamento, equilíbrio e propriocepção), o que diminui aspectos dolorosos (Terapia de Integração Sensorial), além disso, aumenta o grau de alerta e proporciona noção de perigo. “Assim, no parque é possível brincar de forma integrada e trabalhar aspectos clínicos das crianças, como força muscular, equilíbrio, noções de peso, percepção corporal, etc.”, explica.
O parque também faz parte da ambiência terapêutica, porque é um espaço organizado, com estímulos agradáveis, promove nas pessoas alívio das tensões, remete à infância e faz com que acompanhantes e crianças possam interagir através do brincar no hospital, “as atividades no parque não deixam os acompanhantes esquecerem-se da base emocional da criança, pelo motivo da preocupação com o quadro clínico da mesma, que é desenvolvida através das brincadeiras”, explica a técnica de enfermagem de referência do projeto, Bianca Almeida.
De acordo com a terapeuta ocupacional de referência do projeto, Nathali Santana, o parque promove socialização, afastamento do adoecimento e estímulos vestibulares (movimento, posicionamento, equilíbrio e propriocepção), o que diminui aspectos dolorosos (Terapia de Integração Sensorial), além disso, aumenta o grau de alerta e proporciona noção de perigo. “Assim, no parque é possível brincar de forma integrada e trabalhar aspectos clínicos das crianças, como força muscular, equilíbrio, noções de peso, percepção corporal, etc.”, explica.
O parque também faz parte da ambiência terapêutica, porque é um espaço organizado, com estímulos agradáveis, promove nas pessoas alívio das tensões, remete à infância e faz com que acompanhantes e crianças possam interagir através do brincar no hospital, “as atividades no parque não deixam os acompanhantes esquecerem-se da base emocional da criança, pelo motivo da preocupação com o quadro clínico da mesma, que é desenvolvida através das brincadeiras”, explica a técnica de enfermagem de referência do projeto, Bianca Almeida.

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