Dois profissionais do Hospital Geral Prado Valadares (Juliana Oliveira e Silvio Arcanjo) apresentaram trabalhos no 62° Congresso Brasileiro de Enfermagem, ocorrido entre os dias 11 e 15 de outubro em Florianópolis – SC, as exposições ocorreram na forma de pôster, três destas pesquisas foram desenvolvidas dentro do HGPV.
As temáticas foram as seguintes:
- A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DO ENFERMEIRO EM HOSPITAL GERAL: A DICOTOMIA ENTRE O CUIDAR E GERENCIAR, tendo como motivação a visualização na prática das dificuldades para conciliar o processo de cuidar e gerenciar a assistência de enfermagem, visando portanto, identificar as barreiras para execução das atividades do enfermeiro no processo de cuidar e gerenciar a assistencia de enfermagem e apontar as ações que poderiam minimizar essa dicotomia;
- ABSENTEISMO NO TRABALHO EM SAÚDE: ESTUDO RETROSPECTIVO EM UM HOSPITAL PÚBLICO DA BAHIA, este trabalho visou analisar o contexto do absenteismo do trabalho na saúde, além de identificar as doenças ocpacionais que estão associados ao afastamento do trabalhador desta unidade, tendo como referencia para a coleta dos dados o serviço de saúde ocupacional, analisando os atestados apresentados em um periodo de junho 2009 a junho 2010, o que representa um número de 869 atestados médicos.
- CONCEPÇÃO DOS TRABALHADORES DE HIGIENIZAÇÃO DE UM HOSPITAL PÚBLICO A RESPEITO DA SAÚDE DO TRABALHADOR, acredita-se que a satisfação do trabalhador é o resultado das interações entre as caracteristicas pessoais, valores, expectativas, serviços, ambiente de trabalho e das organizações. Assim, buscamos conhecer as concepções dos funcionários da higienização a respeito da saúde do trabalhador e identificar o número de acidentes de trabalho ocorrido com os trabalhadores da higienização.
- PERCEPÇÕES DO SER QUE VIVE COM HIV/AIDS SOBRE O SERVIÇO E PROFISSIONAIS DE SAÚDE: UMA ABORADAGEM FENOMEOLÓGICA, este teve o intuito de descrever as percepções que fundam o ex-sistir do ser que vive com HIV/AIDS acerca do serviço e profissionais de saúde que o asistem. Compreende-se que o ser que vive com HIV/AIDS percebe o ambiente e o profissional de saúde como aqueles que garantem apoio, confiança e conforto frente ao seu exsistir enquanto ser-no-mundo, visto demonstrarem por meio de seus depoimentos que o apoio profissional, sobretudo nas reuniões do grupo de apoio confortamos, fazendo com que muitos sentimentos negativos sejam suplantados por sentimentos positivos, criando nestes uma nova visão de mundo.

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